Header Ads

"A Mão que Mata" é o primeiro livro de Lourenço Seruya


A Mão que Mata é o nome do primeiro livro de Lourenço Seruya, um thriller que chega às livrarias de todo o país a 6 de maio. O ator estreia-se como escritor neste livro que será publicado pela Cultural Editora, cuja história se passa na Serra de Sintra e gira em torno de um crime em família. O lançamento acontece na quarta-feira, dia 5, às 21h, num direto que o autor fará no seu Instagram em conjunto com Luísa Castel-Branco, que apresentará o livro.

"Numa fria manhã de inverno, é encontrado um cadáver numa mansão na Serra de Sintra. A família Ávila estava aí reunida para formalizar as partilhas patrimoniais, na sequência do falecimento do patriarca e jamais imaginava que o processo seria interrompido daquela forma. O Inspetor Bruno Saraiva e a sua brigada da PJ são chamados a investigar, deparando-se com um caso peculiar: a vítima não era propriamente adorada pelos familiares, mas também ninguém tinha motivos para a querer morta. Terá o homicídio resultado de um assalto?", pode ler-se na sinopse da obra de Lourenço Seruya.

A partir desta premissa, a história desenvolve-se, com o Inspetor Bruno Saraiva a acreditar que o assassino está naquela casa, embora ninguém o apoie nessa teoria. "Sem provas concretas que sustentem a sua crença, o Inspetor faz uma viagem-relâmpago a uma aldeia do Norte. Aí, toma conhecimento de uma informação que o põe no encalço do assassino: alguém que está disposto a tudo para esconder um terrível segredo", pode ler-se ainda no resumo do livro.

Esta primeira obra de Lourenço Seruya surge em plena pandemia e na sequência de um momento em que o autor não conseguiu trabalhar como ator. "Eu estava completamente desempregado, não tinha nenhum trabalho como ator, nem estava sequer a dar aulas. Como já tinha desde miúdo a vontade de ser escritor, decidi aproveitar o (muito) tempo livre dessa fase e começar a escrever. Soube logo que seria um policial, porque é o género que mais gosto de ler", explica Lourenço Seruya ao Fantastic.

 "O processo de escrita foi igual a uma gravidez: durou 9 meses. E durante esse tempo, não contei a ninguém que estava a escrever. Só quando terminei a escrita é que partilhei o livro com a minha família. Passei os meses seguintes a editá-lo, a cortar algumas partes, a acrescentar outras, corrigir frases, etc.
Depois, contactei várias editoras, sem grande esperança porque estávamos em plena pandemia e o mercado literário sofrera uma quebra enorme de vendas. Mas, com bastante surpresa minha, acabei por receber propostas de quatro editoras", conta-nos o autor de A Mão que Mata.

O livro já está à venda no site da Cultural Editora ou nas livrarias habituais.