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Tempo de Leitura | "A Última Saída", de Federico Axat

 


Porque queremos contribuir para o teu prazer pela leitura ou, quem sabe, despertá-lo, o Fantastic apresenta-te, todas as semanas, uma sugestão diferente.



PORQUE ESCOLHI ESTE LIVRO

Ler este livro fez-me pensar naquelas pessoas que estão mentalmente aprisionadas, num estado de sofrimento por não se lembrarem de quem são, do que fizeram, sem capacidade para distinguir a realidade da ilusão, sem memórias dos seus últimos dias, num limbo entre a sanidade e a loucura. 
Num labirinto, onde há apenas uma única saída, que têm que encontrar, para conseguir sair dele, sem ele as prender para sempre, e elas se perderem para sempre.


SINOPSE

"Ted é rico e tem uma família perfeita. O que o terá levado a tomar a decisão de acabar com a própria vida? Quando ouve o toque da campainha, a sua primeira reação é ignorá -lo e premir o gatilho. É então que descobre uma nota escrita por si próprio de que ele não se lembra de todo: Abre a porta. É a tua última saída! 
Do outro lado da porta, vê um desconhecido, Lynch, que não só sabe o que Ted ia fazer como também lhe faz uma proposta difícil: um plano para evitar que a família sofra as consequências devastadoras da decisão que tomara.
Ted aceita sem imaginar que a nota escrita e a proposta de Lynch são apenas o início de um jogo macabro de manipulações... Às vezes, só podemos confiar em nós próprios. Outras nem sequer isso."


DETALHES

Edição: 02-2018
Editor: Editorial Presença
Páginas: 408
Coleção: Grandes Narrativas
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller


SOBRE O AUTOR

Federico Axat nasceu em Buenos Aires, em 1975. É engenheiro de formação, mas o seu interesse e vocação levaram-no também à escrita. A sua obra é marcada por suspense, surpreendentes reviravoltas na narrativa e finais sempre inesperados. É autor de Benjamim (2010), El Pantano de las Mariposas (2013). A Última Saída, o seu romance mais recente, despertou um entusiasmo tal que, mesmo antes de ser publicado em castelhano, já contava com direitos de tradução adquiridos por diversas editoras estrangeiras, estando agora publicado em mais de 35 países. Foi nomeado para o Prémio Ian Fleming Steel CWA Dagger e será brevemente adaptado ao cinema numa grande produção de Hollywood.