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Primeira longa-metragem de Gonçalo Waddington estreia nos cinemas


Uma rede de pornografia, um rapto e uma discussão de identidades são os temas da primeira longa-metragem de Gonçalo Waddington. Patrick é um drama passado entre Lisboa e Paris, e promete ser uma das primeiras fitas nacionais a chegar aos cinemas logo que seja autorizada a reabertura das salas.

Depois de ter arrancado aplausos da critica e três galardões nas suas primeiras exibições de imprensa, o filme prepara-se agora para ser ser visto pelo grande público. O argumento narra a história de Patrick, um jovem de 20 anos que gere um site de pornografia adolescente em Paris, junto com o seu namorado. Durante uma rusga, o rapaz é detido e descobre-se que na verdade Patrick é Mário, uma criança raptada em Portugal há 12 anos. Com a opção de ser colocado em liberdade, Mário regressa para a família com quem vai ter de aprender a viver.

É com este argumento que Gonçalo Waddington se lança na direção de uma longa-metragem, depois de ter estreado as curtas Imaculado e Nenhum Nome, em 2013 e 2010. O ator assina, também, o guião do projeto que, de acordo com declarações da produtora O Som e a Fúria ao Fantastic, «está previsto estrear logo após a reabertura das salas de cinema». «Ainda não temos o dia exato, mas creio que será anunciado em breve», adianta a mesma fonte oficial que no ano passado foi responsável por levar até ao grande ecrã Ramiro, película nomeada a dois Globos de Ouro, e Hotel Império, protagonizado por Margarida Vila-Nova.

Patrick conta com uma hora e quarenta e três minutos e um elenco de luxo que reúne nomes como Alba Baptista, Adriano Carvalho, Teresa Sobral, Carla Maciel e Hugo Fernandes, protagonista desta história e galardoado com o prémio de Melhor Ator pelos prémios CinEuphoria.   

Com um currículo vasto em televisão e cinema, Gonçalo Waddington continua a apostar numa carreira para lá das câmaras. Este é o segundo guião escrito pelo ator com estreia marcada em 2020, depois do sucesso Mosquito, um texto em parceria com Fernanda Polacow e João Nuno Pinto.