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Impresa fecha primeiro semestre com lucros a rondar os 2,5 milhões de euros

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Fonte: Infocul

Depois do primeiro trimestre do ano com valores negativos, o grupo Impresa fechou o primeiro semestre com lucros positivos, a rondar os 2,5 milhões de euros.

Depois de prejuízos na ordem dos 633 mil euros nos primeiros três meses do ano, o grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão fechou o semestre com lucros, vindos principalmente das receitas publicitárias, avançou a Impresa esta terça-feira, 25 de julho. Se compararmos este valor com o mesmo período do ano passado, o valor cresceu exponencialmente, uma vez que em 2017 os lucros rondaram os 85 mil euros.

Fechadas as contas do semestre, as receitas da Impresa atingiram quase os 87 milhões de euros, valor que traduz um ligeiro crescimento de 0,2% relativamente ao período homólogo em 2017 se consideradas as contas pró-forma, que excluem os rendimentos que seriam imputados às revistas alienadas. Atendendo a estes valores, as receitas publicitárias do grupo terão registado um crescimento de 2,3%, dos 54,2 milhões de euros para os 55,4 milhões. Do outro lado da balança, o grupo regista quebras de 1,6% nas receitas de subscrição de canais (de 19,8 milhões de euros para 19,5 milhões), de 1,2% nas receitas de circulação (de 4,7 milhões de euros para 4,6 milhões) e de 8,2% no item Outras Receitas (de 7,9 milhões de euros para os 7,3 milhões).

O grupo liderado por Francisco Pedro Balsemão destaca que “os resultados obtidos no primeiro semestre de 2018 permitem reiterar o objectivo traçado para 2018, pelo grupo Impresa, de prosseguir o reforço da rentabilidade, com um crescimento em termos do EBITDA (resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) e dos resultados líquidos”. O CEO acrescenta ainda que "estamos a recentrar o nosso negócio, focando-o no audiovisual e no digital, potenciando as nossas marcas fortíssimas e antecipando os hábitos de consumo dos portugueses".

A dívida líquida, incluindo locações financeiras, situava-se nos 185,7 milhões de euros, menos 3,4 milhões do que em Junho de 2017. “A redução da divida mais lenta, especialmente no segundo trimestre de 2018, deveu-se ao financiamento do projecto de expansão do edifício Impresa, e ainda, aos novos estúdios”, justifica o grupo no comunicado enviado à CMVM. Recorde-se que em breve o grupo Impresa vai passar a albergar as redações da SIC e Expresso, em Paço de Arcos.

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